Projeto Amas

Agência Missionária de Assistência Social

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A Agência Missionária de Assistência Social é uma organização missionária sem fins lucrativos e interdenominacional, que tem por finalidade a divulgação do evangelho de Jesus Cristo

Também enviamos ajuda social aos moradores das aldeias de Moçambique e Malawi, e de outros paí­ses que estejam ao alcance da organização no continente africano.

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Contribuir com a evangelização do continente africano, através da mobilização e capacitação dos cristãos, e em cooperação com as igrejas e outras instituições evangélica.

Enviar missionários dando todo o suporte necessário, em fidelidade à palavra de Deus.

Visar a excelência no preparo de obreiros para ter uma igreja madura e consolidada, uma igreja que pode evangelizar seu próprio povo de forma efetiva.

Conheça mais sobre o Projeto Amas e nos ajude com orações e contribuições a levar o Evangelho, cumprindo o Ide de Cristo!

Evangelismo

Pregação da vida e ressurreição de Cristo, como o Único, Suficiente e Eterno Salvador e Único Caminho para a vida eterna.

Discipulado

Estudos Bíblicos transmitindo os ensinamentos Palavra a fim de solidificar do crescimento espiritual dos irmãos.

Capacitação

Realizamos seminários a fim de preparar irmãos para continuarem a obra de Cristo de forma leal à sua Palavra

Doação de Bíblias

Com o valor de R$25,00 compramos Bíblias nos dialetos das aldeias para os irmãos terem acesso a Palavra de Deus.

Construção de Templos

Ajudamos os irmãos com materiais para a substituição das igrejas feitas de capim seco e palha por templos de alvenaria.

Doação de Alimentação

Mensalmente, compramos e distribuímos mais de 3,5 kg de milho (item base da alimentação) para as famílias das igrejas.

125
Aldeias Assistidas
55
Visita às Igrejas
+12 mil
Bíblias Arrecadadas
10
Seminários
  • Moçambique regista mais 10 casos de coronavírus e total de infectados chega a 254


    Moçambique registou, nas últimas 24 horas, mais 10 casos positivos de covid-19, elevando o total de infetados de 244 para 254 e mantendo os dois óbitos registados, anunciou hoje a diretora de Saúde Pública, Rosa Marlene.

    "São todos moçambicanos, sendo nove assintomáticos e um com sintomatologia leve a moderada", disse Rosa Marlene, falando durante a atualização de dados sobre a pandemia no Ministério da Saúde, em Maputo.

    Os 10 novos casos foram registados nas províncias de Cabo Delgado (nove) e Nampula (um), todas no norte de Moçambique. "As pessoas encontram-se em isolamento domiciliar e neste momento decorre o processo de mapeamento dos contactos", acrescentou.

    Dos 254 casos registados em Moçambique, 228 são de transmissão local e 26 são importados, havendo registo de dois mortos e duas pessoas internadas. As autoridades indicam ainda que 91 pessoas estão recuperadas.

    Do total de casos já registados, 145 estão na província de Cabo Delgado, 14 em Nampula, dois na Zambézia, 47 na cidade de Maputo, um em Niassa, 22 na província de Maputo, 12 em Sofala, quatro em Tete, um em Manica, três em Inhambane e também três em Gaza.

    Desde o anúncio do primeiro caso no país, em 22 de março, foram feitos pouco mais de 10 mil testes e foram submetidas a quarentena cerca de 16 mil pessoas das mais de 800 mil rastreadas, continuando 1.300 a ser acompanhadas pelas autoridades de saúde.

    Segundo dados das autoridades moçambicanas, há um total de 215 moçambicanos em vários países do mundo que já manifestaram a intenção de voltar para Moçambique, estando o Governo a organizar-se para apoiar o grupo.

    Moçambique vive em estado de emergência desde 01 de abril até finais de junho, após duas prorrogações. A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 369 mil mortos e infetou mais de seis milhões de pessoas em 196 países e territórios.

    Mais de 2,5 milhões de doentes foram considerados curados. Em África, há 4.069 mortos confirmados em mais de 141 mil infetados em 54 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

    Entre os países africanos que têm o português como língua oficial, a Guiné Equatorial lidera em número de infeções (1.306 casos e 12 mortos), seguida da Guiné-Bissau (1.256 casos e oito mortos), Cabo Verde (421 casos e quatro mortes), São Tomé e Príncipe (479 casos e 12 mortos), Moçambique (254 casos e dois mortos) e Angola (77 infetados e quatro mortos).

    O país lusófono mais afetado pela pandemia é o Brasil, com 27.878 mortos e mais de 465 mil contaminados, sendo o segundo do mundo em número de infeções, atrás dos Estados Unidos (1,7 milhões) e à frente da Rússia (mais de 405 mil).

    Fonte: Porto Canal
  • Centenas de pessoas fogem de centros de quarentena por falta de condições na África


    As fracas condições sanitárias dos centros de quarentena improvisados em países africanos estão a levar a que centenas de pessoas fujam das instalações onde deveriam cumprir o isolamento obrigatório, numa altura em que o número de casos de Covid-19 em África ascende a mais de 130 mil.

    No Malawi, país da África Oriental, mais de 400 pessoas repatriadas da África do Sul e de outras regiões fugiram na semana passada de um centro de quarentena montado num estádio da cidade de Blantyre.

    De acordo com as autoridades de saúde e a polícia locais, a ausência de equipamentos de proteção individual impossibilitou que a fuga fosse evitada.

    Pelo menos 46 das pessoas que escaparam desse centro improvisado testaram positivo para a Covid-19. De acordo com a imprensa local, algumas dessas pessoas disseram ter subornado a polícia para conseguirem fugir.

    Outro incidente em Malawi aconteceu na cidade de Mwanza, junto à fronteira com Moçambique, de onde 26 pessoas fugiram enquanto aguardavam os resultados dos testes de diagnóstico à Covid-19. Houve ainda oito pessoas infetadas a fugirem de um outro centro de isolamento em Blantyre.

    No Quênia houve pelo menos uma fuga em larga escala. Noutros países africanos, como Gambia, Gana, Nigéria, Uganda e Namíbia, também foram registadas fugas de pessoas em quarentena.

    No Zimbabué, a polícia anunciou recentemente a fuga de 148 pessoas de centros de isolamento onde estavam a cumprir quarentenas de 21 dias, obrigatórias para todos os que regressem ao país vindos do estrangeiro.

    “A segurança foi aumentada nos centros de quarentena e estamos a tomar medidas para reparar as paredes e as vedações de segurança de algumas das instalações”, garantiu um porta-voz da polícia do Zimbabué.

    A ministra da Informação desse país, Monica Mutsvangwa, tinha já dito no início do mês de maio que os locais utilizados como centros de isolamento, entre os quais escolas, faculdades e hotéis, iriam ver a segurança aumentada.

    O Governo sugeriu ainda que existem seguranças a aceitar subornos dos infetados e suspeitos de infeção por Covid-19 nesses centros para que os deixem sair mais cedo.

    Falta de condições nos centros de isolamento


    Quase todos os 75 novos casos de Covid-19 registados no Zimbabué na semana passada foram detectados nesse tipo de centros de isolamento em pessoas que tinham regressado de países vizinhos, nomeadamente África do Sul e Botswana.

    As queixas sobre a falta de condições nas instalações são generalizadas, mas o Presidente do Zimbabué, Emmerson Mnangagwa, já alertou que os repatriados não devem esperar luxos. “Podemos tentar cuidar deles, mas não podemos fornecer instalações semelhantes a hotéis de cinco estrelas”, explicou esta semana.

    Norman Matara, secretário-geral da Associação de Médicos do Zimbabué, contou ao Guardian que o distanciamento dentro dos centros é praticamente impossível, o que representa um risco acrescido para quem lá permanece e para o país em geral.

    “É perturbador. Revela que há pessoas a serem infetadas em centros de quarentena. As pessoas não deveriam partilhar os mesmos espaços nem comer em zonas de refeição sobrelotadas”, defendeu o responsável.

    Obrigados a pagar pelas despesas


    No Quénia, onde pessoas também já fugiram deste tipo de centros, a organização não-governamental Human Rights Watch denunciou a falta de condições das instalações e a ausência de camas, comida, água e bens de higiene. Algumas das pessoas lá colocadas queixaram-se à ONG de que não lhes eram comunicados os resultados dos testes à Covid-19 e que os funcionários não utilizavam equipamentos de proteção.

    “Dormi numa cama sem colchão e sem nada para me tapar”, contou um homem de 22 anos à Human Rights Watch. “Disseram-me que tinha de pagar pela água”.

    Outras pessoas descreveram condições semelhantes e contaram ainda que, quando alguém não consegue pagar as despesas que lhe são cobradas pelos centros, as autoridades prolongam o período de quarentena para mais de 30 dias em vez dos 14 obrigatórios.

    O continente africano possui, até ao momento, mais de 111 mil casos de infeção pelo novo coronavírus. O número pode ser, no entanto, muito superior, uma vez que a testagem nesses países é baixa. Há já mais de 47 mil pessoas recuperadas no continente, enquanto o número de óbitos está perto dos três mil.

  • Cerca de dez mil refugiados em Moçambique estão em situação de fome


    O Centro para a Democracia e Desenvolvimento (CDD) de Moçambique denunciou esta terça-feira que cerca dez mil pessoas que fugiram da violência armada no Norte estão sem comida e abrigo adequado em centros de acomodação, encontrando-se expostas à Covid-19.

    Numa análise da situação dos refugiados na província de Cabo Delgado, Norte de Moçambique, palco de ataques por grupos armados, a organização da sociedade civil moçambicana disse que os refugiados foram obrigados a sair das suas casas nos distritos de Quissanga e Metuge e estão alojados em três centros de acomodação, incluindo em escolas da vila de Metuge.

    Os deslocados queixam-se de falta de condições nos centros de acomodação e pedem ajuda para minimizar os problemas de fome e de frio que afetam, sobretudo, mulheres e crianças”, afirma-se na análise do CDD.

    Há deslocados que dormem ao relento, porque as tendas não chegam para todos, acrescentou aquela organização. Por outro lado, continuou, os centros de acomodação não oferecem condições para a observância das medidas de prevenção da Covid-19, pois os deslocados passam as noites aglomerados em salas de aula e tendas.

    “Isso acontece numa província que se tornou o epicentro da doença, com 116 casos positivos, dos quais 52 recuperados”, assinalou o CDD.

    O CCD recordou que, há uma semana, o ministro da Saúde moçambicano, Armindo Tiago, visitou alguns centros de deslocados de Metuge “e o único apoio que deixou foram máscaras e redes mosquiteiras”.

    No último fim-de-semana, o governador de Cabo Delgado, Valige Tauabo, também foi a Metuge visitar os centros de deslocados, “mas o máximo que fez foi lançar um apelo de solidariedade para com as vítimas dos ataques”.

    O CDD observou que a Comunidade Islâmica de Moçambique é das poucas organizações que prestam apoio aos deslocados que vivem nos centros de acolhimento.

    Na segunda-feira, o Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, disse que está “a fazer tudo” para travar os ataques de grupos armados em Cabo Delgado.

    Tudo temos estado a fazer, face às ações de grupos terroristas em alguns distritos de Cabo Delgado, organizando as nossas populações e reforçando as capacidades das nossas Forças de Defesa e Segurança”, afirmou Filipe Nyusi, numa mensagem alusiva aos 57 anos da criação da Organização de Unidade Africana (OUA), antecessora da atual União Africana, que se assinalou na segunda-feira.

    Cabo Delgado, região onde avançam megaprojetos para a extração de gás natural, vê-se a braços com ataques de grupos armados classificados como uma ameaça terrorista desde outubro de 2017 e as autoridades moçambicanas contabilizam um total de 162 mil pessoas afetadas pela violência armada.

    A violência já matou, pelo menos, 550 pessoas desde 2017. Moçambique tem 209 casos de infeção pelo novo coronavírus, um morto e 71 pessoas recuperadas.

    Fonte: Observador
  • Oito pessoa com coronavírus escapam de isolamento no Malawi


    Oito pessoas que foram infectadas com o novo coronavírus escaparam do centro de detenção de Kameza em Blantyre. O ministro da saúde Gift Kawalazira confirmou a situação com o chefe de saúde da cidade, afirmando que os homens escaparam na segunda-feira à noite.

    Segundo Kawalazira, essas pessoas estão entre os recém-chegados ao país no domingo passado, através do portão de Mwanza, quando eles vêm da África do Sul. Eles disseram que foram levados para o Estádio Kamuzu, onde foram separados de outras pessoas não diagnosticadas e enviados para Kameza, que está sendo mantido para diabéticos.

    Isso não agradou os moradores e à meia-noite eles pediram um microonibus para buscá-los em seu destino e, atualmente, são desconhecidos. “Oito pessoas escaparam na noite da mesma segunda-feira quando ligaram de carro. Enquanto isso, trabalharemos com nossos parceiros de imigração para nos ajudar a descobrir onde essas pessoas estão.

    Agora adicionamos segurança ao Partido para que não haja mais complicações. Como essas pessoas estão se escondendo, elas podem estar desobedecendo aos cuidados de saúde e correndo o risco de espalhar a doença para muitas pessoas

    Eles disseram que as pessoas precisavam estar cientes de que isso não era um crime, mas que queriam proteger os malauianos e sugeriram que as pessoas deveriam dar as mãos ao governo para combater a propagação do coronavírus.

    Também foi enfatizado que o pessoal médico, em conjunto com a polícia, está realizando ativamente essas investigações e apelou aos simpatizantes para que eles saibam se estão cientes do paradeiro dessas pessoas, para que não espalhem a doença ao público.

    Fonte: Malawi24
  • Primeira morte pela Covid-19 é registrada em Moçambique


    Moçambique registrou na segunda-feira sua primeira morte pela doença respiratória Covid-19, uma menina de 13 anos da cidade de Nampula, no norte.

    Falando em Maputo na entrevista coletiva diária do Ministério da Saúde sobre a crise de Covid-19, a Diretora Nacional de Saúde Pública, Rosa Marlene, disse que a criança sofria de várias condições crônicas pré-existentes e havia sido hospitalizada repetidamente. Sua hospitalização mais recente foi há três meses.

    Ela voltou ao hospital para o que deveria ter sido um check-up de rotina na última quarta-feira. Mas como estava com febre e tossia, os médicos de Nampula decidiram testá-la para o Covid-19. Uma amostra foi coletada para testes na sexta-feira e enviada para análise no laboratório do Instituto Nacional de Saúde (INS) em Marracuene, nos arredores de Maputo.

    O resultado voltou na segunda-feira, mostrando que a garota estava realmente sofrendo de Covid-19. Naquela época, ela estava morta. Marlene disse que, desde o início da crise, 8.786 casos suspeitos foram testados em Moçambique, 331 deles nas 24 horas anteriores. 

    117 das amostras testadas vieram da cidade de Maputo, 80 de Gaza, 39 de Tete, 27 de Nampula, 26 da província de Maputo, 18 de Sofala, 13 da Zambézia e 11 de Cabo Delgado.

    316 das amostras eram negativas, mas 15 foram positivas para o coronavírus que causa o Covid-19, incluindo o adolescente de 13 anos de Nampula. Todos os 15 são cidadãos moçambicanos e Marlene considerou alarmante que oito dos novos casos sejam crianças menores de 15 anos. Cinco dos casos são assintomáticos, e os outros dez apresentam sintomas leves a moderados.

    Além da menina que morreu, dois meninos na faixa etária de 5 a 14 anos deram positivo em Nampula. Até a semana passada, Nampula, a província mais populosa do país, não havia registrado casos de Covid-19. Agora tem seis casos.

    Em Cabo Delgado, quatro casos foram diagnosticados. Uma delas, uma menina com menos de 15 anos na cidade de Palma, é um contato de um caso previamente diagnosticado. Outra jovem, também um contato, vive na capital da província, Pemba. São casos que indicam como a estratégia de rastreamento de contatos do Ministério da Saúde está dando frutos.

    Um menino com menos de 15 anos e um adolescente na faixa etária de 15 a 24 anos também tiveram resultados positivos em Pemba. Não se sabe que eles estejam conectados a casos anteriores.

    Dois casos positivos vieram da cidade central da Beira - um homem e uma mulher, ambos na faixa etária de 15 a 24 anos. No distrito de Changara, na província de Tete, uma mulher na faixa etária de 15 a 24 anos apresentou resultados positivos.

    No distrito de Mandlakaze, em Gaza, duas pessoas testaram positivo e foram contatos de um caso positivo do Covid-19 que havia retornado recentemente da África do Sul. Uma é uma mulher com mais de 60 anos e a segunda é um homem na faixa etária de 15 a 24 anos.

    Na cidade de Maputo, um menino com menos de cinco anos e um homem na faixa etária de 15 a 24 anos deram positivo. Na cidade vizinha de Matola, capital da província de Maputo, outro garoto com menos de cinco anos apresentou resultado positivo.

    Todos os novos casos estão em isolamento doméstico e a equipe de saúde está rastreando seus contatos, que devem ficar em quarentena por 14 dias. Os novos casos elevam o número total de casos confirmados de Covid-19 em Moçambique para 209.

    Dois casos de Covid-19 foram hospitalizados, mas não parecem estar em perigo. Um homem que deu positivo para a doença foi hospitalizado por causas não relacionadas ao Covid-19. Marlene disse que recebeu alta do hospital na segunda-feira de manhã e continua o regime de isolamento em casa. Ele não está exibindo sintomas do Covid-19.

    O segundo caso é uma mulher hospitalizada na província de Inhambane. Ela é claramente a mesma pessoa que desobedeceu às instruções de se isolar em casa e foi morar com o namorado. Ela foi encontrada e isolada em um hospital distrital sob guarda policial. Marlene disse que sua condição médica é estável, mostrando sintomas leves, mas sem febre.

    Fonte: All Africa
  • Malauí registra mais de 100 casos do novo coronavírus no total


    As autoridades de saúde do Malawi disseram na segunda-feira que mais 18 infecções por coronavírus foram relatadas no país, aumentando o número total de casos de Covid-19 em todo o país para 101 em relação aos 83 relatados anteriormente.

    Jappie Mhango, Serviço de Saúde e População ministro do país, disse durante sua atualização diária do coronavírus que 13 dos pacientes recém-diagnosticados são cidadãos do Malawi que voltaram recentemente do Zimbábue.

    O funcionário disse que um total de quatro pacientes morreu devido à doença, já que o número de recuperações ficou em 37 desde que o primeiro caso foi relatado em 2 de abril, o número de ocorrências ativas no país é de 60 por enquanto.

    O instituto de saúde pública de Malwai disse que um total de 3.324 testes de coronavírus foram realizados no país até o momento.
    Fonte: MEFAFM
  • Construção dos muros do templo na Província do Tete (Moçambique)


    Estamos feliz por compartilhar mais uma conquista dos nossos irmãos moçambicanos. O levantamento dos muros do templo, localizado na província em Tete. Essa é uma grande conquista formada de amor, esforço e cuidado com o lugar onde se reúnem para adorar ao Senhor!
    "Como eu amo o teu Templo, ó Senhor Todo-Poderoso!
    Como eu gostaria de estar ali!
    Tenho saudade dos pátios do Templo de Deus, o Senhor." 
    No momento infelizmente estão proibidos de se reunirem lá, mas conseguiram dar um grande avanço e assim continuará na permissão do Senhor!

  • Especialistas chineses compartilham experiência com médicos moçambicanos sobre a Covid-19


    Obstetras e pediatras chineses compartilharam sua experiência com médicos moçambicanos nesta quinta-feira sobre a prevenção e tratamento da Covid-19 entre mulheres grávidas e crianças por meio de uma teleconferência no Hospital Central de Maputo (HCM).

    O evento de comunicação de duas horas foi parte de uma série de sessões de treinamento oferecidas por médicos e especialistas chineses a seus pares moçambicanos no tratamento da pandemia da Covid-19.

    Na sessão de quinta-feira, especialistas do Hospital Materno e Infantil do Oeste da China, afiliado à Universidade de Sichuan, conversaram sobre a prevenção e tratamento de infecções pelo novo coronavírus em crianças e a gestão classificada durante o período perinatal de mulheres grávidas na epidemia.

    A série de treinamentos online produziram resultados muito positivos e visíveis, permitindo que os médicos do hospital aprimorem seu trabalho nos protocolos de tratamento e gerenciamento de pacientes no contexto da pandemia, disse na teleconferência o diretor do HCM, Mouzinho Saíde.

    A pandemia do coronavírus nos obriga a nos reinventar e encontrar soluções inovadoras, a manter um trabalho de alta qualidade e a responder aos desejos daqueles no hospital que cuidam dos doentes ou daqueles que buscam aliviar a dor e curar suas doenças no hospital, disse Saíde.

    Membros da 22ª equipe médica chinesa em Moçambique, que coordena o intercâmbio de médicos entre os dois países, juntamente com 23 especialistas médicos locais, participaram da sessão de teleconferência.

    Como representante da embaixada chinesa em Moçambique, o conselheiro Liu Xiaoguang disse que a equipe médica chinesa ajudou o HCM a estabelecer um plano de resposta, enfatizando a cooperação e a solidariedade em todo o mundo para lidar com a pandemia.

    Ele disse que a China doou até agora mais de 1,3 milhão de máscaras médicas, quase 40 mil conjuntos de kits de teste, 20 mil roupas de proteção e outros suprimentos médicos para Moçambique.

    "A situação epidêmica em Moçambique ainda é grave, o que torna mais urgente a tarefa de proteger mulheres e crianças e outros grupos vulneráveis", disse Liu, acrescentando que espera que as conquistas anteriores possam ser consolidadas e impulsionadas por meio desta sessão de treinamento.

  • Chefe de comissão renúncia antes das novas eleições no Malawi


    A chefe da Comissão Eleitoral do Malauí (MEC), Jane Ansah, deixou o cargo em apenas um mês antes de o país realizar uma repetição das eleições presidenciais ordenadas pelo tribunal. O país africano deve realizar novas pesquisas depois que o Tribunal Constitucional anulou os resultados das controversas eleições do ano passado, que deram ao presidente Peter Mutharika um segundo mandato.

    Ansah desde então tem sido alvo de protestos em todo o país, pedindo que ela repasse o tratamento das eleições disputadas. "Eu escrevi a autoridade que nomeia [o presidente] que decidi renunciar", disse ela à emissora estatal em entrevista.

    Os principais ativistas de direitos humanos estavam planejando uma nova onda de protestos na próxima semana para forçar Ansah a renunciar. Ansah negou que estivesse cedendo à pressão. "Lutei uma boa luta e fico feliz", disse ela, "trabalhei com mãos limpas e não tenho esqueletos no armário".

    A renúncia de Ansah ocorre exatamente um ano após as últimas eleições que foram anuladas pelo tribunal superior devido a irregularidades generalizadas e uso de fluidos de correção. O tribunal ordenou que uma nova eleição fosse realizada dentro de 150 dias da sua decisão de 3 de fevereiro.

    A comissão eleitoral havia estabelecido inicialmente o dia 2 de julho, que era o dia 149 desde a decisão, mas desde então adiou a data para 23 de junho. O defensor de direitos humanos Gift Trapence saudou a renúncia de Ansah.

    "Isso é o que os malauianos estão querendo o tempo todo", disse Trapence à agência de notícias AFP. "Mas também queremos que todos os comissários sigam para que um novo MEC possa ser constituído para permitir que o país realize eleições livres e credíveis".
    Fonte: Al Jazeera
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